Edições
Edição nº9
Práticas auto-gráficas | Práticas auto-gráficas |
|
|
| Autor: Maria Augusta Babo | |||||
| 01-Nov-2007 | |||||
Página 1 de 3 Palavras-chave: escrita assinatura inscrição C’est à cette eschatologie du propre (propre, proprius, proximité à soi, présence à soi, propriété, propreté) que nous posons la question du grafein.Uma semiótica da assinatura [1]Comecemos por definir o que se entende por práticas auto-gráficas, para discutir em seguida de como elas se revelam procedimentos de individuação.
Na verdade, em traços gerais, diremos que a escrita releva de algumas marcas intransponíveis que a de-marcam de outros domínios de inscrição. São elas a exterioridade absoluta do traço ou vestígio definido como extensão protésica da memória para a qual contribui o processo de gramatização (Stiegler, 2004, p.111) - a instauração da marca como economia diferencial do simbólico - e, por outro lado, a sua sistematicidade simbólica - o sistema alfabético - que releva de um dispositivo supra e transindividual mas que, por esse mesmo facto, permite o desenvolvimento dos processos de individuação.
Clique aqui para fazer download do texto completo em PDF. [1] Este texto é uma versão da comunicação apresentada ao Congresso de Filosofia – O estatuto do Singular – Fundação Calouste Gulbenkian/UNL, 25-26 Maio de 2006. |
|||||
| Home |
| Edições |
| Pesquisa |
| Mapa do Site |
| CECL |