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>>> Seminário 'Síntese | Synthesis' - Festival de Imagem de Oeiras
>>> Uma co-organização: Projecto «Tendências da Cultura das Redes em
Portugal»/CECL-UNL
<Projecto POCTI/34436/COM/2000, aprovado pela FCT com o apoio do FEDER>
e
Festival de Imagem de Oeiras
>>> Lugar Comum na Fábrica da Pólvora de Barcarena, Oeiras
>>> 27.11 <16h00m>
<entrada livre>
A imagem
– como todo o resto da História – confirmou o sintético como paradigma. No
cinema, os actores interagem com robôs sobre fundos de computação gráfica.
Ou o hiper-real nasce sintético, como em Final Fantasy. Mesmo no cinema de
expressão “realista”, o nariz de Nicole Kidman é digitalmente alterado, de
forma a iludir o espectador. Na televisão, o ecrã subdivide-se em vários
planos com informação distintas: o apresentador, a legenda com os
cabeçalhos, a reportagem como imagem de fundo: no final, uma imagem complexa
com várias formas de leitura (textual e visual) e com inúmeras
possibilidades de recontextualização (ou manipulação?). Até a guerra, esse
acontecimento merecedor do maior rigor informativo, mescla imagens de
natureza insondável ou aproxima a sua técnica narrativa – e estética – dos
vídeojogos, imagens simulacro por excelência. O real, se existe, está
definitivamente representado por um simulacro que não o aceita como tal, mas
promove, cega e voluntariosamente, uma versão melhorada dele. Por
retroacção, será que a perfeição pode instituir-se a partir da
representação? Ou, dito de outra forma, ser-nos-á impossível já viver o
real?
:: Sessão
com: ::
>>>
[ António Machuco Rosa ]
‘A Síntese Homem-Máquina: Da Cibernética a Sterlac’
>>>
[ José A. Bragança de Miranda ]
‘A Plasticidade como Síntese do Especulativo’
>>>
[ Marcos Novak ]
‘Trans Terra Forma: Arquitecturas Líquidas e a Perda de
Inscrição’
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