SÍNTESE|SYNTHESIS
FIO - FESTIVAL DE IMAGEM DE OEIRAS
 
 

 

 

conferencistas

 

 

 

 

António Machuco Rosa, é professor e responsável pelos mestrados e pós-graduações do Departamento de Ciências da Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

É ainda professor de mestrado em Ciências da Comunicação (área de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias) da Universidade Nova de Lisboa, na disciplina “Sistemas Complexos e Redes Tecnológicas”.

Da sua bibliografia destaca-se Ciência, Tecnologia e Ideologia Social (Lisboa, 1996), Internet – Uma História (Lisboa, 1998), Aspectos dos Mecanismos de Controlo e Explicação (Lisboa, 2000), Dos Sistemas Centrados aos Sistemas Acentrados – Modelos em Ciências Cognitivas, Teoria Social e Novas Tecnologias da Informação (Lisboa 2002) e Dos Mecanismos Clássicos de Controlo às Redes Complexas (in Critíca das Ligações na Era da Técnica, ed. Por J.A. Bragança de Miranda e M. Teresa Cruz).

Participou na primeira edição do Festival de Imagem de Oeiras–Under Surveillance, onde apresentou Memória e Controlo na Arquitectura da Internet.

 

 

 

José A. Bragança de Miranda, é responsável pelas disciplinas de Teoria Política e de Teoria da Cultura na Universidade Nova de Lisboa (Departamento de Ciências da Comunicação). É também professor na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, sendo assessor científico do Departamento de Ciências da Comunicação, Artes e Tecnologias da Informação.

É ainda professor de mestrado e doutoramento em Ciências da Comunicação (área de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias e área de Audiovisual, Multimédia e Interactividade) da Universidade Nova de Lisboa, na disciplina “Cibercultura”.

Foi curador do projecto Ligações_Links_Liaisons para o Porto2001 – Capital Europeia da Cultura.

Dos vários livros publicados podem destacar-se "Analítica da Actualidade" (Lisboa, Vega, 1994); "Política e Modernidade" (Lisboa, Colibri, 1997); "Traços. Ensaios sobre a Cultura Contemporânea" (Lisboa, Vega, 1998); "Teoria da Cultura" (Século XXI, 2002); e "Crítica das Ligações na Era da Técnica" (Tropismos, 2002, em colaboração com Maria Teresa Cruz).

Da inumerável contribuição para a reflexão da cibercultura, nomeia-se a participação na 5ª CyberConf (Madrid) e na primeira edição do Festival de Imagem de Oeiras–Under Surveillance, onde apresentou Vigilância e Controlo.

 

 

 

Marcos Novak, poderá dizer-se que é o fundador de uma nova disciplina, a da ciberteoria da arquitectura, quando, para o livro de Michael Benedikt Cyberspace: First Steps, escreveu o seminal capítulo Liquid Architectures in Cyberspace.

Professor na UCSB (Califórnia, EUA) e investigador do CAiiA-STAR, Center For Advanced Inquiry in Interactive Arts (Universidade de Gales, Reino Unido)  Marcos Novak tem contribuído com regularidade para os principais títulos sobre a questão ciberespacial, nomeadamente  Transarchitectures in Cyberspace: Ten Architects Who Stimulate the World, The Art of the Accident, Digital Delirium, Intelligent Environments, Immersed in Technology: The Art and Virtual Environments Project e AD Architects in Cyberspace, entre muitos outros.

É também profusa a sua actividade artística, tendo participado em eventos como a Bienal de Arquitectura de Veneza,  Bienal de Arquitectura de São Paulo, Bienal de Montreal, Bienal de Arquitectura de Graz e muitas outras exposições individuais e colectivas, das quais se podem destacar as obras Interactive Virtual Landscape (para o RoboFest 4, EUA) ArteCidade (S. Paulo, Brasil) Virtual Dervish (Banff Center for the Arts, Canadá) e a sua recente colaboração com Mark Stephen Meadows, Evolving Perception: Time, Space, and The Human Body.

 

 

 

 

 

 
Organização:
 

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