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Ensaios
- António Marques, «Ficção e representação»
- Adriano Duarte Rodrigues, «Ficção e realidade»
- Paulo Filipe Monteiro, «Parentescos entre ficção e real: O caso do cinema»
- João de Pina Cabral, «A ficção como exutório»
- Al Martinich, «Quatro teorias da interpretação»
- José Bragança de Miranda, «Crítica de uma certa ficcionalização do controlo»
- Maria Augusta Babo, «A auto-bio-grafia como máquina antropomórfica de escrita»
- Maria Antónia Oliveira, «Biografia e ficção»
- Maria Lucília Marcos, «Robinson e os efeitos do outro (ou da sua ausência)»
- Charles Grivel, «Na modernidade, às arrecuas: O fim da representação nas obras recentes de Emmanuel Hocquard»
- María de la Luz Hurtado, «A escrita como esconjuro e como degradação do tempo em El Principio del Placer de José Emilio Pacheco»
- Pedro Sobrado, «No covil de Robert Walser»
- Ana Paula Guimarães, Carlos Augusto Ribeiro e Carlos Oliveira Santos, «Ao volante: Ficcionar veículo, coração e corpo»
- Luis Filipe B. Teixeira, «Fernando Pessoa/Thomas Mann: António Mora-Fernando Pessoa e a ficção sanatorial do "médico da cultura"
(De A Montanha Mágica para "A Casa de Saude de Cascaes" ou vice-versa)»- Miguel Leal, «A verdade da mentira: O museu como dispositivo ficcional na obra de Marcel Broodthaers»
- Margarida Medeiros, «O controlo dos objectos»
- Sérgio Mah, «Notas sobre a fotografia e a experiência ficcional»
- Manoel de Oliveira, «Esta minha paixão»
- Fernando Cabral Martins, «O cinema de construção ou Fernando Lopes»
- André Parente e Liliane Heynemann, «A fábula do tempo não reconciliado»
- Rosa Inês Cordeiro, «Figuras do cinema brasileiro na década de 20»
- Joaquim Paulo Nogueira, «O teatro narra o quê?»
- Cláudia Madeira, «Diálogos entre ficção e real: O híbrido na obra de João Fiadeiro»
- José Augusto Mourão e José Casquilho, «O habitat da hiperficção: Hipertopia(s)»
- Manuel José Damásio, «A produção de conteúdos ficcionais em ambientes multimedia»
- Rui Zink, «Cinco quinas»
- Alberto Pimenta, «Quem incendiou Roma? (Uma recensão falhada)»