Perspectivas da la comunicación: arte, cultura, tecnología

perspectivas comunicacion arte cultura tecnologiaPerspectivas da la comunicación: arte, cultura, tecnología, José A. Bragança de Miranda e José Gomes Pinto (orgs.), Madrid: Slurp & Cream, ISBN 978-84-941155-2-3

Se ve repetido a lo largo de las últimas décadas que las nuevas tecnologías están planteando problemas que nuestra tradición escasamente puede reconocer y mucho menos resolver. Esa limitación o escasez conceptual en que se ve inserto el pensamiento en la actualidad, está provocando tal cantidad de discursos teóricos sobre la crisis que, además de poder constituir un nuevo y rico manantial para el pensar, promueve también un cierto desconcierto y confusión. Todos los días nos encontramos con nuevas formulaciones, todas tan dispares que apenas se consigue reconocer alguna conexión entre ellas.

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Cibercultura e Ficção

cibercultura ficcao capaQue afinidades podem encontrar-se entre a ficção e as ideias-chave da cibercultura, como os mundos virtuais ou o conceito de pós-humano?

Sabê-lo foi o objetivo do projeto de investigação A Ficção e as Raízes de Cibercultura (PTDC/CLE-LLI/099000/2008), acolhido pelo CECL e financiado pela FCT.

Neste volume, que reúne textos do colóquio integrado esse projeto, apresentados pela equipa e por outros investigadores no universo lusófono, destaca-se a diversidade de abordagens e de respostas. Seja em textos obscuros de finais do século XIX e início do XX, no previsível género da ficção científica, em autores canónicos como Forster, Beckett e Borges, ou noutros meios de expressão como o cinema, abre-se aqui um rico mas ainda pouco explorado terreno de pesquisa sobre o imaginário tecnológico contemporâneo e o seu passado recente.

Jorge Martins Rosa
Organizador

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Arte e Melancolia

arte e melancoliaArte & Melancolia - coord. Margarida Acciaiuoli e Maria Augusta Babo. Lisboa: co-edição Instituto de História da Arte (IHA) e Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens (CECL) 2011, 523 pps., ISBN: 978-989-95291-4-4

Reúne as comunicações apresentadas no Colóquio Internacional Arte & Melancolia, realizado na FCSH/UNL em 2009.

Imagem e Pensamento

imagem e pensamentoImagem e Pensamento, José Bragança de Miranda et alli (orgs.), Coimbra: Grácio Editor, 2011, ISBN, 978-989-8377-12-8

Aparentemente a imagem superou o pensamento, já não necessitando dele. Trata-se de um resultado paradoxal, se repararmos que a filosofia ocidental, a de Platão, por exemplo, começa precisamente num conflito comas imagens. Esse conflito é resolvido através das ideias eternas, um procedimento que abre caminho ao «conceito», de que a técnica digital é a culminação.

No momento final deste processo, a relação entre imagem, palavra e texto tornou-se praticamente num enigma, sendo nosso propósito, neste ensaio plural, escrito a muitas mãos, interrogá-lo, debatê-lo e clarificá-lo, na medida do possível. Com efeito, a sibilina frase de Giordano Bruno, "Pensar é especular com imagens", parece repercutir hoje intensamente na nossa cultura, retomando um destino que não pára de nos surpreender. 

Foi a 5 e 6 de Dezembro de 2007 que investigadores do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens (CECL), da Universidade Nova de Lisboa,
e do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), da Universidade do Minho, se reuniram no Seminário Imagem e Pensamento,
Museu/Colecção Berardo, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Os textos aqui apresentados repõem uma boa parte do debate desses dias.

Moisés de Lemos Martins
José Bragança de Miranda
Madalena Oliveira
Jacinto Godinho

Emmanuel Levinas: Entre Reconhecimento e Hospitalidade

levinasEmmanuel Levinas: Entre Reconhecimento e Hospitalidade, Maria Lucília Marcos, Maria João Cantinho e Paulo Barcelos (orgs.), Lisboa: Edições 70, 2011, ISBN 978-972-4416-496

O conceito de reconhecimento tornou-se, hoje, uma bandeira de muitas lutas e um programa de estudos transdisciplinares. Tem, em particular, adquirido especial premência nos contextos sociais contemporâneos, inescapavelmente multiculturais. Este conceito é, nesta obra, abordado sob o signo da hospitalidade cosmopolita e da responsabilidade ética propostos por Levinas.

Proximidade e estranheza, violência e violência contra a violência, tolerância e hospitalidade, o outro e os outros, obsessão e justiça, história e messianismo, subjectividade e alteridade, ética e política, rosto e linguagem são alguns dos temas propostos pelos autores – um grupo internacional de especialistas – a partir da leitura dos textos de Levinas. Textos filosóficos e de exegese do Livro, num diálogo soberbo entre o logos grego e a tradição hebraica, entre a língua da filosofia e termos dos salmos, em tradução e contaminação recíprocas e surpreendentes. E onde também a poesia fala a linguagem do outro.

Novos Media Novas Práticas

novos media novas praticasNovos Media Novas Práticas, Maria Teresa Cruz (org.), Lisboa: Nova Vega, 2011, ISBN 978-972-699-943-0

Programação e design, interacção e jogo, sintetização e simulação, são novas palavras de ordem da dinâmica cultural do presente, gestos e operações, dos mais automáticos aos mais criativos, onde a cultura e a tecnologia se cruzam. Interroga-se aqui o sentido mais profundo destas novas competências e práticas e a possibilidade de com elas emergir uma reinvenção da cultura e do gesto poético.

Os textos reunidos neste volume reflectem o trabalho apresentado no seminário Novos Media Novas Práticas, organizado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens da Universidade Nova de Lisboa (CECL, UNL), com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a Fundação Calouste Gulbenkian.

Turismo Residencial: Modos de Estar Noutro Lugar

turismo residencialTurismo Residencial: Modos de Estar Noutro Lugar, José M. Figueiredo Santos e Eduardo Esperança (orgs.), Lisboa: Edições Colibri, 2011, ISBN 978-989-689-164-0

No desatar do tempo, a actividade turística tem vindo a sofrer diversas estilizações. Dentre elas, a maior controvérsia recai sobre o denominado "turismo residencial", que vem perturbar as definições mais tradicionais de "turismo". A associação destes dois termos que designam, aparentemente, realidades contraditórias, pode parecer equívoca. Há que contar com toda a força social estática das noções de "morada", "residência", "habitação", "lar" que, no imaginário, prendem as pessoas a um lugar, e o modo como isso entra em conflito com a noção dinâmica de "turismo" enquanto acto de deslocação. Sobressaindo de entre os modos de vida expostos pelos estudos do turismo, o turismo residencial, enquanto resultado da actividade racionalizadora dos agentes turísticos, obriga-nos a perspectivar o registo de um neo-residencialismo num sentido mais amplo das transformações sociais, económicas e culturais operadas por estes modos de estar noutros lugares – os países recetores de turismo.

As Artes Tecnológicas e a Rede Internet em Portugal

artes tecnologicas rede internet portugalAs Artes Tecnológicas e a Rede Internet em Portugal, Maria Teresa Cruz e José Gomes Pinto (orgs.), Lisboa: Nova Vega, 2009. ISBN 978-972-699-907-2

As Artes Tecnológicas e a Rede Internet em Portugal resulta da investigação conduzida no âmbito do projecto Tendências da Cultura das Redes em Portugal, desenvolvido pelo Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens, dirigido por José A. Bragança de Miranda. Na sua globalidade, este projecto procurou dar conta dos modos como a cultura portuguesa, nos princípios do século XXI, se integra e interage com as redes telemáticas globais, nomeadamente a WWW e a Internet. Neste contexto, o livro analisa o sector das artes tecnológicas em Portugal, articulando três vertentes essenciais: a análise da situação internacional relativa a esta temática; uma série de ensaios de problematização das artes em rede, entre eles um da autoria de Lev Manovich, um dos seus teóricos de maior renome; e, por fim, a análise empírica da situação portuguesa. Constituindo uma primeira abordagem, que poderá e deverá ser aprofundada, este livro serve ainda de instrumento para o desenvolvimento de um debate sério e rigoroso sobre a temática das artes em rede, cujo papel é essencial para a compreensão do mundo actual e para fortalecer o uso criativo das tecnologias digitais.

Lei, Segurança, Disciplina

Lei, Segurança e Disciplina - Trinta anos depois de Vigiar e Punir de Michel Foucault, António Fernando Cascais, José Luís Câmara Leme e Nuno Nabais (orgs.), Lisboa: Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa, 2009 ISBN: 978-989-824-702-5

A análise do poder não deve ser iniciada a partir da relação primitiva entre os sujeitos que nela perdem ou ganham qualquer coisa, mas a partir da própria relação que os constitui como sujeitos. Este é, hoje, um horizonte teórico partilhado por filósofos e cientistas sociais de proveniência vária, que foi explicitado e formalizado pelo filósofo francês Michel Foucault em duas obras cruciais, Vigiar e Punir (1975) e A Vontade de Saber (1976).

O tema geral deste volume é o efeito que as duas obras citadas, bem como os seus cursos no Colégio de França, exercem no modo como a Filosofia e as Ciências Sociais pensam as relações de poder nas sociedades ocidentais. Pois, seja qual for o lugar em que o poder se exerce e sobre o qual se funda um saber e se constitui uma subjectividade - a relação familiar, a prisão ou a circulação mundial de bens e pessoas, entre outros exemplos - os conceitos de que os filósofos, os historiadores e os cientistas sociais se servem nas suas pesquisas sobre esses domínios de estudo revelam a presença da filosofia de Foucault, quer na perspectiva de adesão e aprofundamento, quer na de contestação.

Semiótica: genealogias e cartografias

semioticaJosé Augusto Mourão e Maria Augusta Babo – Semiótica: genealogias e cartografias. Coimbra: MinervaCoimbra, 2007, ISBN 978-972-798-211-0

O objectivo da Semiótica é o de explicitar as condições da apreensão e da produção de sentido, quaisquer que sejam os regimes semióticos em jogo. Uma semiótica, mesmo a do mundo natural, não será possível sem a instituição prévia de um regime de representação que envolve separação, ausência, distanciamento e substituição. Sem desdobramento não há sentido.

Esta obra pretende fornecer uma arqueologia do signo e da representação que permita entender o processo mais lato da formação da semiose dentro e fora da linguagem e propõe, ainda, a cartografia dessa área de saber, através do traçado do mapa europeu e americano do seu desenvolvimento e da sua consolidação. O século XX veio revelar o aparecimento de um pensamento semiótico forte, que tomou forma a partir de nomes como os de Saussure e de Peirce e que, configurado em movimentos sociais ou escolas, instituiu um domínio no quadro das Ciências Sociais e Humanas: a Semiologia ou Semiótica.

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Rumos da Sociedade da Comunicação

actas spocom 02Rumos da Sociedade da Comunicação / 2º Congresso da SOPCOM; org. José A. Bragança de Miranda, Graça Simões, Lisboa: Vega, 2005, ISBN: 972-699-828-X

As Ciências da Comunicação na Viragem do Século

actas sopcom 01As Ciências da Comunicação na Viragem do Século: actas do I Congresso da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação; org. José A. Bragança de Miranda, Joel Frederico da Silveira, Lisboa: Vega, 2002, ISBN 972-699-695-3

CD-ROM: Cultura Digital

cdrom cultura digitalO CD-ROM Cultura Digital é uma publicação digital e multimedia do Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens, produzida pelo Meios.Com. Constituído por um conjunto de entrevistas feitas a 10 investigadores nacionais e estrangeiros, conta ainda com a participação especial do Exmo. Senhor Ministro da Ciência e Tecnologia Professor Doutor Mariano Gago.

Versando sobre temas actuais da cultura contemporânea e sua relação com as novas tecnologias de informação, estas entrevistas foram gravadas pelo CECL no ano de 1997, por ocasião do ICTM'97. O procedimento seguido consistiu em fazer as mesmas três perguntas a todos os participantes, propostas pelo presidente do CECL, Professor Doutor José Bragança de Miranda, gravadas em vídeo e, posteriormente, digitalizadas. Para além do vídeo das entrevistas (com a duração de cerca 10m cada), o CD-ROM inclui também a edição em texto bilingue (português e inglês) destas conversas, e informação sobre os percursos científico ou artístico dos participantes.

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Catalógo Inter@ctividades

interactividadesPor ocasião da Conferência Internacional sobre Tecnologias e Mediação (ICTM'97), um conjunto de artistas e de instituições culturais respondeu ao desafio lançado pela Comissão Organizadora. O Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual), a Casa Fernando Pessoa, o Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens, o Cinema Quarteto, o Museu do Chiado, o Padrão dos Descobrimentos e o Palácio Galveias acolheram e apresentaram propostas artísticas de interpelação sobre a temática cultura, tecnologia e mediação.

O catálogo que documenta o evento congrega a memória dos trabalhos artísticos então apresentados (da autoria de Sara Barros, Paulo Carmona, Luísa Cunha, Entertainment Co., Paulo Feliciano, Luís Bragança Gil, Nuno Júdice, Emanuel Marcelino, Cristina Mateus, Rui Moreira, Vasco Graça Moura, Fernando José Pereira, Teresa Santos, Noé Sendas, Miguel Soares, Sérgio Taborda, Pedro Tamen, Rafael Toral, Pedro Tropa, Ana Vieira e Bill Viola), contendo ainda uma série de ensaios sobre a relação entre a arte e as novas tecnologias, de Giorgio Agamben, Isabel Carlos, Maria Teresa Cruz, Hans-Georg Gadamer, José Gil, João Mário Grilo, José Augusto Mourão, Manuel Rodrigues, Martin Seel, Carlos Vidal, Paulo Viveiros e Siegfried Zielinski.